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ATA N.º 1.064/2015. SESSÃO ORDINÁRIADA DA CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES “JEOVANI PAULO” DE HUMAITÁ-RS, no dia três de novembro de dois mil e quinze, reuniram-se nas dependências da Câmara Municipal de Vereadores os seguintes Vereadores(a): ALDINO SCHUH, DALVA M. B. DE AZEVEDO, DELCIO SEIBEL, FABIO L. CHASSOT, FERNANDO I. GATTERMANN, IRENO M. BRAUN, MAIKON G. MODESTO, PAULO L. HOLZBACH E VALDIR SCHWADE. Sob a coordenação do Presidente Sr. Fabio L. Chasot e do Secretário Sr. Aldino Schuh, em nome de Deus, foi declarada aberta a Sessão às 20 horas. Inicialmente o Presidente convidou aos presentes para juntos fazer um minuto de silencio pelo falecimento de José Martins; Maria Renilda Petry Johann; Padre Elirio José Dalpiva. Continuando solicitou a Secretária que efetuasse a leitura da ata da Sessão Ordinária nº 1063/2015. Ninguém se manifestando, foi colocada em votação e aprovada por unanimidade. Dando continuidade, passou-se a leitura das MATÉRIAS DO EXPEDIENTE: Ofício n.º 081/2015 Justiça Eleitoral/91ª Zona Eleitoral do Rio Grande do Sul; Ofício Circular 21ª CREAP N.º 029/2015; Proposição n.º 18/2015; Proposição n.º 019/2015, e; Ata n.º 03/2015 da Comissão de Estudos e Pareceres e Passando ao PEQUENO EXPEDIENTE, ninguém se manifestando, passou-se ao GRANDE EXPEDIENTE, a Vereadora DALVA cumprimentou aos presentes e disse que gostaria de fazer algumas colocações, considerando que na última Sessão o colega Maikon teria pedido a presença do Presidente do Hospital para fazer alguns esclarecimentos e assim colocava que o Administrador do Hospital estaria a disposição para explanar sobre o mesmo. Ela esteve falando com a Dona Gerta que fazia o trabalho sobre as AIHs e sobre o SUS, inclusive ia ler algumas explicações, ninguém era obrigado a saber e ter essas informações, mas não gostava que questionavam quando não sabiam. Ela cuidava para primeiro estar por dentro da questão para daí levantar a mesma. Ela ia efetuar a leitura de um documento fornecido pela Gerta, a qual inclusive teria encaminhado cópia do mesmo para a décima Sétima coordenaria para a aprovação. A Gerta inclusive teria falado da importância dos vereadores participarem das reuniões do Conselho da Saúde para estarem por dentro das questões. Efetuou a leitura de um resumo, salientando que o município recebia vinte e nove AIHs, Autorização de Internação Hospitalar mensais, considerando o número de habitantes do município, as quais eram utilizados dentro e fora do município para todas as patologias, como internações clínicas, obstetras, partos, cesáreas, internações durante o período gestacional, as UTIs, todas as cirurgias não eletivas. Acidentes, quimioterapia intensiva geravam mensalmente duas AIHs por paciente, sendo muito utilizado pelo CACON. Atendimento em alta complexidade quase sempre geravam entre duas ou três AIHs por paciente, porque faziam mais do que um procedimento por paciente, conforme a gravidade podendo gerar várias AIHs. Para os procedimento eletivos eram poucos os códigos contemplados e para o nosso município eram em torno de trinta AIHs por ano apenas e nem sempre vinham, sendo então usados as AIHs gerais. O período de internação variava conforme a patologia ou a complexidade. A internação clínica era de no mínimo setenta e duas horas. As AIHs não pagavam internação na observação. O valor da AIH era pago por procedimento e não pelo período de internação. O Municipio tinha uma reserva técnica de AIHs para casos graves de alta complexidade, sendo as mesmas liberadas conforme comprovação de laudo médico pelo estado, ou casos de saúde mental, álcool, drogas e eram em torno de quatro AIHs por mês. O repasse de AIHs era do Estado e o controle e gestão eram do município e não do Hospital e seriam para internação clínica extremamente necessárias e para internação de procedimentos ambulatorial de médio e alta complexidade conforme regulamentação do Estado. Os demais atendimentos pelo SUS como atenção básica, plantão fora do horário de expediente do Posto de Saúde, Urgência, emergência eram de responsabilidade do município, através de convênio ou compra de serviços. Segundo a Gerta quem definia os parâmetros para as AIHs era a Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde e quem liberava era o gestor municipal que era o Secretário Municipal. Acreditava que ficou bem claro que AIHs era uma coisa e Convênio era outra e prestação de serviço era outra ainda. A Gerta teria se colocado a disposição para maiores esclarecimentos. Salientou ainda que foi recebido um documento da Coordenadoria dizendo que se uma pessoa ficar doente mais de uma vez no mês, teria direito apenas uma internação pelo SUS, ou por AIHs, portanto, eram questões complicadas e eles como vereadores tinham o dever de participar e esclarecer estas questões ao povo. Ela teria colocado algumas informações, mas no dia que quisessem mais informações a Administradora e o Presidente do Hospital estariam dispostos a vir e esclarecer. Eles que foram eleitos pelo povo deviam se esforçar e tentar alternativas para manter o Hospital em nosso município. Ela acompanhava e sabia das dificuldades enfrentadas no mesmo. Esclareceu sobre um caso que aconteceu no Hospital que não tinha insulina e o Hospital realmente não tinha, pois quem tinha que repassar a Insulina era o Posto de Saúde e esse não teria repassado. No a parte o Vereador FABIO questionou sobre a cedência por parte do Município de uma Nutricionista, sendo informado pela Vereadora DALVA que isso não teria acontecido, bem como teriam solicitado um guarda noturno e também não foram atendidos, portanto o único convênio que tinha era o Plantão Médico. Parabenizou os organizadores da Expo-Humaitá, especialmente o Presidente Nacir e toda a equipe que foram muito criativos, apresentando um trabalho com visão. A Feria valorizava o município e isso que precisávamos. Inclusive sugeria ao Prefeito ou futuro Prefeito que adquirisse essa área e esse imóvel, que serviria não apenas para feira, mas para outros eventos. Falou ainda sobre a Prestação de Contas do município que votariam e esteve durante a tarde verificando a mesma e constatou as mesmas irregularidades de outros anos. O Tribunal teria aprovado a Prestação de Contas, mas com ressalvas e multas, questionava porque não fazer as coisas corretamente e esperava que os … Ler mais